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     O Projeto Conquistando a Terra - PCT é um ministério cristão, missionário e interdenominacional, que tem por objetivo tornar Cristo e Sua Palavra conhecidos nas mais diversas localidades da nação brasileira.

     Buscamos levantar uma geração de adoradores fiéis a Cristo, comprometida e preparada, disposta a lutar pelo avanço do Reino de Deus na terra.

     Realizamos campanhas evangelísticas com o propósito de evangelização de cidades com menos de 5% de cristãos evangélicos. Ao longo dos 10 anos do PCT, já foram mais de 20 viagens realizadas no estado de Minas Gerais.

     A próxima cidade a ser conquistada é Nazareno, cuja população estimada é de 7.954 habitantes, sendo que, somente 4,3% deles são cristãos evangélicos.

     Estaremos nesta cidade nos dias 18, 19 e 20 de março, em unidade com as igrejas locais (Comunidade Cristã de Nazareno, Assembleia de Deus, Ministério Amor e Vida e Igreja Pentecostal Eliaquim) trabalhando para a propagação do evangelho e avanço do Reino de Deus ali.

PROGRAMAÇÃO: CAMPANHA QUEM É JESUS?

19/03 - Sábado | Manhã 
Evangelismo pessoal (de casa em casa)

19/03 - Sábado | Tarde
Evangelismo pessoal (de casa em casa)
Evangelismo com crianças será na Av. Padre Francisco de Andrade, em frente a Prefeitura, às 15:00hs.

19/03 - Sábado | Noite
Impacto Evangelístico será na R. Francisco Braga, ao lado da Prefeitura, às 19:30hs.

Venha com sua família!!!
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`Ressurreição´ traz uma abordagem imaginativa para os relatos do Novo Testamento sobre a crucificação de Jesus de Nazaré.


Distribuído pela Sony Pictures, o longa Ressurreição, estreia no dia 17 de março nos cinemas do Brasil, e lançou na última quinta-feira (11/02) o trailer oficial dessa história épica que mudou o curso da humanidade.
A produtora Affirm Films, que recentemente produziu o sucesso Quarto de Guerra, apresenta no elenco do filme Ressurreição nomes consagrados, como: Joseph Fiennes (Shakespeare Apaixonado eLutero), Tom Felton (Série Harry Potter, como Draco Malfoy), María Botto (Soldados de Salamina), Peter Firth (Pearl Harbor) e Cliff Curtis (Dia de Treinamento).
Dirigido por Kevin Reynolds (O Conde de Monte Cristo e Robin Hood: O Príncipe dos Ladrões), a produção foi rodada nas belíssimas paisagens da Almería na Espanha e da Ilha de Malta, que remontam aos cenários narrados nos textos bíblicos da época de Cristo.
O longa volta no tempo para contar a história por trás da ressurreição de Cristo sob a ótica de um homem incrédulo. Clavius (Joseph Fiennes), um poderoso tribuno militar romano, e seu assistente, Lucius (Tom Felton), têm a tarefa de resolver o mistério do que aconteceu com Jesus nas semanas seguintes a crucificação, a fim de refutar os rumores de um Messias ressuscitado e evitar uma revolta em Jerusalém.
Outros blockbusters, como Rei dos Reis de Cecil B. DeMille e Paixão de Cristo de Mel Gibson, já abordaram a crucificação e ressurreição de Cristo, mas nenhum sob o ponto de vista romano. Segundo Reynolds, “queríamos fazer algo completamente diferente das produções anteriores, então eu tive a ideia de que Ressurreiçãodeveria ser contada como uma série de investigação, com um detetive que busca respostas para o inexplicável”.
Embora "Risen" faça uso da 'licença poética', os produtores do filme insistiram o longa manterá um "tratamento bíblico fiel da história". Será?
Portanto, prepare-se para se aventurar com Joseph Fiennes na incrível jornada sobre fé e redenção, assista ao trailer:

Fonte: Gospel Prime / com informações do Christian Post.
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A 18ª Consciência Cristã (07/02) teve uma série de eventos ocorrendo paralelamente no Parque do Povo e em igrejas de Campina Grande, Paraíba. Foram treze ao total, sendo onze deles apenas na parte da tarde.
No Pavilhão Consciência Cristã, o culto matutino foi aberto pelo pastor Ciro Sanches Zibordi, da Assembleia de Deus. A ênfase de sua pregação foi a imutabilidade da Palavra de Deus em um mundo que passa por constante mudanças.
Falando aos quase 5 mil presentes no evento, o pastor focou na centralidade de Jesus na pregação da igreja do primeiro século. Zibordi exortou: “Muitos [cristãos] pregam o que o povo gosta de ouvir, mas você precisa pregar o que o povo precisa ouvir”.
A segunda parte da programação matutina ficou a cargo do pastor Ricardo Bitun. O foco de sua mensagem foi a necessidade da submissão total ao senhorio de Cristo. “Nossas igrejas estão cheias de pessoas que são donas de si mesmas”, asseverou. O desafio, para ele é a igreja brasileira voltar a enfatizar em sua pregação que “Jesus é Senhor” e colocar isso em prática.
À noite, o período de louvor ficou a cargo do Vencedores por Cristo. O grupo entoou várias músicas que já fazem parte do cancioneiro evangélico do Brasil.
O primeiro pregador a entregar a mensagem noturna foi o pastor Renato Vargens. Enfatizando a soberania de Deus, instou para que a igreja não perca de vista que, apesar de tudo, o Senhor continua no controle do universo.
A noite foi encerrada com a fala do pastor Heber Campos Júnior, que traçou um paralelo entre as heresias enfrentadas pela igreja nos dias de Paulo e que continuam sendo um perigo nos dias de hoje. O sincretismo religioso, o legalismo, o misticismo e o asceticismo foram apontadas pelo pastor como desafios que continuam impedindo que as pessoas conheçam verdadeiramente a Deus.
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A prefeitura de Nova Olímpia (MT), cedeu à pressão dos moradores e removeu uma estátua que há quase três anos ficava na principal entrada da cidade.
Segundo o prefeito Cristóvão Masson (PP), muitos dos moradores, principalmente os religiosos, afirmavam que a escultura seria “a representação do coisa ruim” e por isso pediram a remoção.
A obra foi criada pelo escultor Genival Soares e segundo ele não tinha nenhuma ligação religiosa. O nome da estátua era “A Guardiã”, uma figura mitológica feminina que vigia o cruzamento de vias em volta da praça.
“A retirada aconteceu de forma espontânea e brusca, com a ajuda de um trator. Fiquei indignado”, disse o artista. “Foi um descaso com tudo o que fiz. Se viessem falar comigo, eu aceitaria entrar num consenso e até retirar ela [escultura] de lá.”
O prefeito confessa que não conversou com o artista e que a decisão partiu dele em remover a estátua. “A decisão foi minha. Não conversei com ele [Genivaldo] porque senti que não precisava. Eu que mandei colocar, então depois eu que mandei retirar também”, disse.
Masson revela que foi muito pressionado pelos grupos religiosos. Fui detonado pela população. Tentei contornar a situação e deixei ela lá durante todo esse tempo. Vários segmentos religiosos pediram para que eu retirasse. Eles afirmaram que [a estátua] era do ‘coisa ruim’, que só chamava coisa negativa para a cidade”.
A remoção aconteceu no mês passado e dentro de 20 dias a prefeitura irá colocar um novo monumento no lugar: uma Bíblia de concreto.
Ciente que a obra também irá gerar debates e críticas, o prefeito se adianta: “É um livro de todas as religiões, das melhores e das piores. Vou colocá-la e não pretendo repensar, mesmo que algum grupo não goste”. 
Fonte: G1
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O projeto capacita missionários a produzir alimentos em regiões onde a fome física e espiritual são questões urgentes.


Daniel Guimarães é cozinheiro profissional, mas resolveu utilizar sua profissão também para fazer a obra missionária atuando em projetos sociais no Brasil e na África.
Dessa experiência como missionário surgiu o ministério “O Cozinheiro de Deus” onde ele capacita pessoas para que elas montem unidades de fabricação de alimentos em campos missionários.
O projeto nasceu em 2010 quando Daniel e sua família estavam servindo em Cabo Verde. As dificuldades por realizar a obra naquele país fizeram com que o missionário orasse buscando uma resposta de Deus.
“Em oração eu pedi ao Senhor que pudesse olhar para mim e contemplar meu coração ardente para fazer algo por missões, mas estava desfalecendo e não encontrava mais forças para continuar”, conta ele.
Foi através de um sonho que a resposta veio e assim que acordou Daniel começou a escrever o projeto de “O Cozinheiro de Deus”.
“O principal motivo deste projeto é que eu consiga chegar a campos missionários de extrema necessidade e possa capacitar pessoas através da minha profissão”, relata o chefe de cozinha.
O trabalho é importante para muitas comunidades onde o alimento físico é tão importante quanto o espiritual, assim as pequenas unidades de processamentos e fabricação de alimentos ajudam a melhorar a vida das pessoas e ainda atraem novas pessoas para o Evangelho.
Para expandir este projeto Daniel Guimarães está lançando o livro “As Saladas de Daniel” pela editora AD Santos, a verba será destinada para os vários projetos missionários que contam com a apoio do Cozinheiro de Deus, entre eles o projeto Hebrom que atua em Cabo Verde e também no nordeste brasileiro.
Para conhecer o trabalho do Cozinheiro de Deus e adquirir o livro para abençoar essa obra é só acessar o site www.ocozinheirodedeus.com.br.
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"Nossa cultura parece estar atraída por aquilo que nos causa ‘arrepios’ ou nos ajuda a escapar da rotina", defende estudiosa.


A prática de ficar visitando igrejas é relativamente comum no meio evangélico em várias partes do mundo. Existe até um termo para isso em inglês, “church hopping”.
Seus adeptos não ficam muito tempo frequentando o mesmo templo, nem se envolvem com a igreja local. Geralmente, quem faz isso são pessoas que buscam continuamente alguma experiência espiritual que apele para suas emoções.
Jeanie Miley é uma estudiosa que pesquisa e escreve sobre essa questão. Esposa do pastor da Igreja Batista de River Oaks, no Texas, ela possui experiência pessoal, tendo conhecido muitos que fazem isso. Para ela, esse comportamento poderia ser comparado com o de viciados. Essas pessoas buscam constantemente uma “sensação” da presença de Deus em suas vidas.
Isso pode acontecer quando escutam sermões “emocionantes” dos pastores ou participam de um período de adoração particularmente agitado. Outros desejam ouvir preferencialmente sobre um assunto, como o final dos tempos. Há quem simplesmente quer “sentir o fogo”.
A estudiosa afirma que para esses cristãos, a igreja se confunde com uma “emoção espiritual” que deve ser perseguida continuamente. “Nossa cultura parece estar atraída por aquilo que nos causa ‘arrepios’ ou nos ajuda a escapar da rotina”, disse. “Isso, de certa forma, nos alivia de sensações como vazio, dor ou tédio.”
Os cristãos que se esforçam continuamente para estar em um local onde vivenciam esse “momento espiritual arrebatador”, precisam de ajuda, defende Miley. “Se a religiosidade passa a ser vivenciada como um vício, pode deixar as pessoas fora de si”, assevera.
A pastora e escritora Lucy Worley, também estuda essa questão. Relata que ela mesmo viveu uma fase da vida em que buscava essas “experiências espirituais intensas”. Ela desabafa: “Durante muito tempo pensei que algo estava errado comigo. Afinal, eu não sentia mais aquilo que experimentei quando me converti ao Senhor”.
Em um texto recente para a revista Relevant, Worley explicou que “Aquele sentimento do coração ‘em chamas’ que tinha quando era nova convertida, era impossível ser repetido.”
Ela temia que a ausência desses sentimentos de alguma maneira “invalidavam” a sua fé. “Tive algumas experiências muito intensas logo após meu novo nascimento, e passei a associar essas emoções intensas com um relacionamento saudável com Deus”.
A pastora faz uma analogia, comparando a sensação com uma escalada. “Eu gostei de ficar no alto da montanha, não queria perder isso”. Com o tempo, ela afirma que aprendeu que mesmo não tendo aqueles “momentos de pico”, pôde ter experiências ainda mais enriquecedoras que serviram para fortalecer sua fé. Para ela, é um sinal de maturidade cristã. 
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Embora uma grande parte da América Latina não conheça a perseguição religiosa, existem algumas cidades e regiões específicas que já experimentaram algumas restrições e também países que já fazem parte da Classificação da Perseguição Religiosa, como é o caso do México e da Colômbia. Muitos cristãos que são "livres" ainda nem sequer tomaram conhecimento do que tem acontecido tão perto deles. Manuel*, por exemplo, que foi chamado para pastorear uma igreja numa pequena aldeia colombiana, junto com sua família, foi surpreendido por guerrilheiros que o obrigaram a fechar as portas de seu ministério. A solução foi se reunir com os irmãos no meio da selva, onde a igreja cresceu.
"Infelizmente, os guerrilheiros descobriram Manuel, que foi ameaçado várias vezes, como ele insistiu em continuar pregando a Palavra, foi morto na frente de sua esposa e seus filhos. O recado que os rebeldes deixaram foi este ‘quem se levantar para pregar o evangelho nesse lugar receberá o mesmo tratamento que ele’. Mas a paixão que o líder cristão tinha por Jesus ficou como um legado para aquela igreja. Por isso, mesmo debaixo de novas ameaças, o ministério permanece", comenta um dos analistas de perseguição.
Tanto na Colômbia como no México, as comunidades indígenas têm a liberdade de viver de acordo com seus próprios costumes e regras. Porém, há uma igreja em crescimento no meio deles, mas quem aceita Jesus como salvador é visto como traidor da sua própria cultura pelos líderes tribais. Os que se tornam cristãos não querem mais participar de antigos ritos pagãos e festas realizadas por eles. O castigo dado pelos líderes locais é a negação de direitos básicos como água, eletricidade e assistência médica, e estes tem sido os motivos de fuga de tantos cristãos latino-americanos que vivem nestes países. Ajude-os em oração.
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